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"Perderás de mim Todas as horas Porque só me tomarás A uma determinada hora. E talvez venhas Num instante de vazio E insipidez. Imagina-te o que perderás Eu que vivi no vermelho Porque poeta, e caminhei A chama dos caminhos Atravessei o sol Toquei o muro de dentro Dos amigos A boca nos sentimentos E fui tomada, ferida De malassombros, de gozo Morte, imagina-te" (Hilda Hilst - "Da Morte - odes mínimas")

domingo, 17 de agosto de 2008

Let go.

Deixei o dia todo passar e nada fiz

Deixei o dia todo passar e nada fiz

Deixei o dia todo passar e nada fiz

Deixei o dia todo passar e nada fiz

Deixei o dia todo passar e nada fiz

Deixei o dia todo passar e nada fiz

Deixei o dia todo passar e nada fiz

Deixei o dia todo passar e nada fiz

Deixei o dia todo passar e nada fiz

pelo menos você já ta passando.
tô feliz.

4 comentários:

onomatopoepic disse...

e quero consumir pessoas
como se cada uma fosse a cerimônia secreta pela qual
a minha falta de fé tanto espera.


gosto abusivamente disso. sendo que gostar de algo desse tipo é sempre aquela coisa que vem da medida em que a gente se identifica, né? tipo os filmes, tipo as músicas. gosto muito da foto também, mas aí é outra história. :)

Milena Magalhães disse...

Lu, rsrsrsrs.

Bom demais.

Preciso fazer o mesmo!

Beijo de saudade.

Eric Renan disse...

Ei moça, você realmente mudou o blog completamente. mas seu talento persiste. è como se em cada texto existisse uma pessoa nova segurando a pena e discorrendo sobre algo que lhe foi furtado. Ler foi sentir um suplicio. bjos

Anônimo disse...

pois é, flor... hoje to meio solitária, e pra variar vim pousar aqui colher um pouco do teu néctar. nunca peco por ter fé em sua "cerimônia secreta".
grande beijo, Lu.