"Perderás de mim
Todas as horas
Porque só me tomarás
A uma determinada hora.
E talvez venhas
Num instante de vazio
E insipidez.
Imagina-te o que perderás
Eu que vivi no vermelho
Porque poeta, e caminhei
A chama dos caminhos
Atravessei o sol
Toquei o muro de dentro
Dos amigos
A boca nos sentimentos
E fui tomada, ferida
De malassombros, de gozo
Morte, imagina-te"
(Hilda Hilst - "Da Morte - odes mínimas")
Como serpentes de um siginificado duvidoso minha vida olha inteira para mim e questiona: por onde anda, atriz? Por onde navegam tuas façanhas de minério de ferro, tua força bruta e poética, aquela mulher enlouquecida que tudo podia...
Lucianne quanta verdade em tão poucas linhas, em palavras tão fortes. Como é bom ver sangue jovem, talento e gana renovando a eterna poesia. Parabéns! Que mais dizer além disto. Beijo
Você sempre me surpreende com a poesia...E toda vez que acho que vou decepcionar com essa coisa de escrever , vem você e me dá um tapa desses para que eu acorde. Lindo Lu ...te amo sempre
2 comentários:
Lucianne quanta verdade em tão poucas linhas, em palavras tão fortes. Como é bom ver sangue jovem, talento e gana renovando a eterna poesia. Parabéns! Que mais dizer além disto.
Beijo
Você sempre me surpreende com a poesia...E toda vez que acho que vou decepcionar com essa coisa de escrever , vem você e me dá um tapa desses para que eu acorde.
Lindo Lu ...te amo sempre
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